Agile Learning: veja os benefícios e como construir essa cultura em sua organização

Em tempos de crise econômica, como o que vivemos agora, muitos profissionais se questionam como se destacar em suas posições e nas corporações. Além do próprio funcionário, a célula de Recursos Humanos tem papel fundamental nesse processo, quando investe na formação e qualificação. E uma das melhores ferramentas para isso é conhecida como Agile Learning.

Você, profissional de empresas ou desenvolvedor de pessoas, já ouviu algo a respeito desse termo?

Trata-se de uma forma rápida de assimilar novos conhecimentos, baseados em um conjunto de habilidades que podem ser aplicadas em diferentes situações. Esses conhecimentos podem vir tanto dos sucessos como dos fracassos e serem disseminados por toda a organização, como lições.

Mas você sabe quais os benefícios dessa cultura organizacional e o que é preciso para criá-la? Continue a leitura e entenda.

Vantagens do Agile Learning

Antes de falar sobre as vantagens do Agile Learning, é importante dizer que essa é uma cultura que pode ser desenvolvida na empresa, mas que a agilidade para aprender se manifesta diferentemente em cada pessoa. Aquelas com melhor desempenho nesse caso são conhecidas por uma ou mais destas características:

  • agilidade mental: têm pensamento crítico para abordar problemas complexos e formar novas conexões;
  • agilidade interpessoal: têm facilidade para criar laços e manter bons relacionamentos com pessoas diversas;
  • agilidade para mudanças: são receptivas às mudanças e as enxergam como oportunidades de aperfeiçoamento;
  • agilidade para resultados: ótimo desempenho e resultados acima da média mesmo diante do novo.

Com base nessas características, já dá para ter uma ideia dos benefícios que a cultura ágil traz para a organização. Líderes que a desenvolvem estão aptos a solucionar problemas com mais rapidez e eficácia. Também tendem a ser menos intransigentes e demonstram habilidade de lidar com situações extremas ou delicadas.

Assim, com um time forte e qualificado, a empresa se torna mais competitiva e com mais chances de sucesso no mercado. E o RH que reconhece os colaboradores com agilidade mental, interpessoal, para mudanças e resultados, consegue distribuir funções e tarefas com mais inteligência, suprindo rapidamente as necessidades da organização.

Como construir a cultura ágil na sua empresa

Para construir uma cultura ágil na sua empresa, é preciso mais do que oferecer treinamento. É necessário investir em ferramentas que facilitem o aprendizado, incentivar a cultura entre os colaboradores e criar um programa de formação contínua. Veja, a seguir, algumas dicas de como fazer isso.

Priorize a formação continuada

A formação continuada deve ser uma das prioridades da sua empresa, pois o conhecimento adquirido no treinamento poderá ser aplicado na prática. E a cada situação-problema ou inovação promovida pela corporação, outros conhecimentos devem ser agregados.

Torne esse treinamento frequente e obrigatório: estimule os colaboradores a compartilharem o que aprenderam e a demandarem outras necessidades de aprendizagem; responsabilize as lideranças da empresa para divulgar os treinamentos e engajar seus times.

Além disso, recompense os funcionários mais aplicados e crie uma trilha de aprendizagem que faça com que o conhecimento seja evolutivo. Aproveite aqueles que se destacam para torná-los instrutores e multiplicadores.

Use a tecnologia para dar agilidade ao conhecimento

A tecnologia é uma grande aliada na hora de construir uma cultura ágil na empresa. O e-learning, ou seja, o treinamento on-line, se diferencia por: ter baixo custo em relação ao treinamento presencial; ser prático e flexível, porque pode ser acessado de qualquer dispositivo a qualquer hora; e permitir atualização constante, sem perda de tempo e dinheiro.

Hoje em dia, em organizações com diversas unidades espalhadas pelo país ou pelo mundo, é praticamente a única forma de oferecer treinamento uniformizado. Afinal, os custos para reunir colaboradores de diversos lugares em um só curso ou de replicá-lo presencialmente em diferentes unidades é alto.

Além disso, recursos como audiovisual e links para textos de apoio fazem com que as aulas se tornem mais prazerosas, aumentando o engajamento dos alunos. Até mesmo jogos e aplicativos de realidade virtual podem ser usados em uma plataforma de e-learning.

E então, como você viu, mais do que uma cultura organizacional, o Agile Learning é uma forma de vencer a concorrência e ter uma equipe engajada e motivada. Ou seja, tudo o que a sua organização precisa para se manter com sucesso no mercado.

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Universidade Corporativa: descubra como implantar na sua empresa

Assumir o grande desafio de nivelar o conhecimento e as competências de uma equipe, respeitando as individualidades, talvez seja um dos papéis mais importantes da gerência e do departamento de recursos humanos.

Sem esses elementos equilibrados entre o próprio colaborador e os times, as dificuldades em desempenhar funções com destreza só crescem. Isso porque o capital humano é o maior valor de uma organização.

Há décadas, profissionais têm praticado diversas técnicas com o objetivo de lapidar os funcionários e extrair o melhor de cada um deles. A universidade corporativa é considera uma das mais eficazes e, por isso, é importante saber como implementar uma corretamente.

Continue lendo e descubra como sua empresa se encaixa nesse modelo de aprendizado para colaboradores e como desenvolvê-lo.

 

Por que escolher a universidade corporativa?

Pode parecer novidade, mas não é. Em 1988, nos Estados Unidos, mais de 400 organizações já mantinham sua própria universidade corporativa. A grande diferença entre a década de 1980 e o agora é o canal pelo qual o conteúdo é apresentado: atualmente, podemos contar com plataformas on-line – item que será abordado logo mais.

Como o capital humano é um valor inestimável para uma empresa, sendo responsável por conduzi-la pelos sucessos e fracassos, tornou-se algo fundamental orientar e facilitar o contínuo desenvolvimento dos profissionais – com foco em evitar a defasagem e ampliar a vantagem diante da concorrência – e a universidade corporativa é ideal para quem busca tal objetivo.

Por quê?

  • A base do conteúdo fornecido pelos treinamentos e cursos, uma vez que é exclusivo, tem como centro a cultura e o valor da empresa; uma maneira eficaz de disseminar o espírito corporativo, o que não ocorre em cursos externos;
  • Possibilita treinamentos contínuos, que podem ser acessados por todos;
  • Pode se restringir apenas ao formato on-line para que os funcionários tenham mais flexibilidade para acompanhar os cursos;
  • Facilita a mensuração dos resultados, assim, é possível saber rapidamente se um curso gerou engajamento, por exemplo;
  • São dedicadas 22 horas por ano ao aperfeiçoamento profissional no Brasil, 38% a menos que a média mundial. O aumento de treinamentos pode estar intrínseco à universidade corporativa.

Custos

Focando diretamente na questão de custos, é preciso dizer que a implantação do projeto não é simples ou pouco onerosa, mas pode ser a prioridade para os empresários que desejam diminuir as despesas com bolsas parciais ou integrais em universidades tradicionais ou custos externos.

Afinal, a educação corporativa é baseada na necessidade do seu negócio. É possível, ao pesquisar as principais urgências dos times, definir estratégias para criação de cursos que precisarão de atualizações espaçadas e, possivelmente, menos custosas do que uma reciclagem fora do ambiente empresarial.

Por isso, é preciso colocar na ponta do lápis e verificar se a universidade corporativa é para você. Ela é ideal para grandes corporações, pois os cursos abrangerão um maior número de pessoas e, além disso, funciona como uma possibilidade de diminuir os custos com desenvolvimento pessoal, uma vez que a educação corporativa será regida apenas pelo treinamento interno.

Como implantar uma universidade corporativa?

Do ponto de vista burocrático, não será preciso regulamentá-la pelo Ministério da Educação, pois os cursos não oferecem um grau de formação e não se torna necessário o reconhecimento do órgão. Dessa forma, o conteúdo oferecido será trabalhado com autonomia, de acordo com as especificidades do seu negócio.

 

Passo 1: planejamento

Essa etapa inclui dois estágios importantes: mapeamento das necessidades e definição da plataforma. No primeiro momento, é preciso diagnosticar quais são as principais deficiências de conhecimento e competência de cada time e começar a verificar a necessidade da universidade corporativa. Com esse estudo, passa-se para a próxima fase: definir sobre contratar uma ferramenta adequada para a publicação dos cursos ou o desenvolvimento interno do sistema.

Passo 2: cursos

Com os temas definidos, chega o momento de mobilizar recursos para gravar os cursos. O ideal, focando em qualidade e interesse dos colaboradores, seria contratar profissionais gabaritados do mercado para apresentar o conteúdo. Caso não seja possível, escolha um líder interno que domine a temática e elabore um roteiro.

Em seguida, reserve um estúdio, profissionais para captação e edição e os equipamentos necessários, e grave o curso.

Passo 3: metas

A estratégia de implantação da universidade corporativa deve conter um plano de metas que tem que, por obrigação, ultrapassar as fronteiras da ferramenta. Além de identificar níveis de engajamento por número de cursos finalizados e notas, por exemplo, leve o conteúdo para o campo prático: com índices de desempenho atribuídos às funções de cada colaborador.

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Gamificação: como compartilhar conceitos de feedback, cooperação e resistência aos colaboradores?

Gamificação não é coisa do futuro, é coisa do agora e pronta para ser um componente importante de qualquer estratégia organizacional que queria atingir resultados por meio de engajamento, feedback e recompensas.

Não se deixe confundir: a gamificação não está vinculada apenas a entretenimento, como se pode imaginar inicialmente, ao contrário, essa tecnologia funciona como uma plataforma de aprendizado para colaboradores no mundo todo. Apenas para exemplificar: até 2020, 70% das maiores empresas do planeta já terão aderido a alguma aplicação de gamificação.

Quer saber também por que as corporações estão de olho nessa inovação na área de Recursos Humanos? Leia o artigo!

O que é gamificação?

Se você ainda não ouviu falar do termo, nós explicamos para você. Há cerca de 40 anos, diversos pesquisadores começaram a se voltar ao propósito de aplicar a lógica dos games em outros contextos. Afinal de contas, não restam dúvidas a respeito do interesse que os jogos produzem.

Então, por que não criar a mesma sensação em outras áreas da vida? Porém, como dissemos anteriormente, a gamificação não é simples e puramente a reprodução da versão original dessa tecnologia, na verdade é uma estratégia para lidar com os principais benefícios dessa aplicação no mundo empresarial e educacional, principalmente.

E quais são os benefícios?

Com bom planejamento e execução da estratégia, elementos dos jogos podem impulsionar o desenvolvimento de algumas características no ambiente organizacional, como recepção positiva ao feedback, cooperação, competitividade, resistência, respeito às regras e muitas outras.

Feedback

Muito temido, o feedback – com exceção das organizações adaptadas à gestão horizontal –, na maioria das vezes, tem hora e dia para ocorrer, gerando ansiedade e receio da parte dos colaboradores; já nos jogos, os feedbacks são constantes e naturais: a cada falha, aquele que interage com plataforma recebe imediatamente o resposta de terminada ação; se ela não é positiva, a opção mais certeira é pensar uma nova forma de atingir o mesmo objetivo, reação muito mais difícil quando a abordagem vem de um gestor, por exemplo, na qual o funcionário não sabe ou demora para reagir aos pontos de melhora.

A experiência do feedback é uma oportunidade de alterar o mindset das equipes a respeito dessa prática, focalizando a importância de direcionar os melhores caminhos uns aos outros e a naturalidade entre aceitar e errar na vida profissional e pessoal.

Regras

As regras existem até nos jogos com foco em entretenimento. Ao levar a gamificação para uma equipe, elas também estarão lá para determinar limites que podem representar situações reais, que podem estar ligadas, por exemplo, a recompensas ou avanços. Uma oportunidade lúdica para trabalhar questões éticas e institucionais.

Competitividade

Esta característica é a base para uma aplicação de gamificação de sucesso, isso porque é o sentimento de competitividade, ou melhor: o desejo de ser o melhor em determinada experiência que motiva colaboradores a testarem a plataforma de aprendizagem.

Mas, obviamente, é preciso ter cuidado e responsabilidade para não favorecer um clima de rivalidade entre os funcionários. Para isso, por exemplo, planejar projetos que contem com a cooperação entre equipes pode funcionar.

Resistência

Vinculada à competitividade, em seguida temos a resistência, afinal, nem sempre será simples ultrapassar os desafios propostos, mas, com o intuito de se destacar, o jogador se esforçará, pois está focado em seu objetivo.

Recompensa

A vitória, em si, está vinculada a uma recompensa e essa também é uma maneira indicada de engajar os colaboradores a participarem das propostas de desenvolvimento que utilizem gamificação. Logo, no momento de realizar a comunicação interna a respeito da novidade, não esqueça de esclarecer quais são as recompensas.

A experiência da gamificação

Nesse trajeto de sentimentos e experiências, proporciona-se aos colaboradores a oportunidade de, com muito mais rapidez do que no dia a dia empresarial, lidar com questões importantes para o desenvolvimento deles e da organização. A relação entre feedback e mudança de postura, por exemplo, assim como a relação trabalho e recompensa, são características gerais que norteiam a preocupação de colaboradores de RH e de gestores.

Trazendo para o campo real: a gamificação é eficaz na integração de novos funcionários, na qual já será possível alinhar comprometimentos de forma mais interativa e leve.

Última dica: para aplicar a estratégia em uma instituição, é importante ter em mente o público-alvo, ou seja: para a integração, equipe de compras ou departamento comercial, a linguagem e o storytelling terão papéis diversos, assim como o objetivo.

É a partir daí, ao pensar nas necessidades e onde se quer chegar, que nasce uma aplicação de gamificação eficiente.

 

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Estratégia de conteúdo digital para treinamento de marketing

Um conteúdo bom e original é um dos principais agentes do marketing digital. É ele que vai fazer com que o cliente seja atraído para a página da internet que a empresa ou instituição deseja que ele entre. E não só isso. A utilização de textos, vídeos ou fotos sobre os assuntos que o público-alvo tem interesse vão criar um engajamento e uma relação de afinidade entre a página da web – ou rede social – com o potencial consumidor do produto, ideia ou marca que se deseja vender. Além disso, os robôs de busca da internet, como Google e Bing, utilizam como um dos principais fatores de ranqueamento o conteúdo distribuído pelo site.

Mas eis que então surge a pergunta: qual estratégia usar para o desenvolvimento de conteúdo de sua página? As respostas para esse questionamento costumam ser muitas, mas podemos sintetizá-las e dizer que, por mais que os produtos comercializados sejam muito parecidos, não existe uma regra que se aplique a dois sites diferentes. Cada marca, empresa e instituição tem uma cultura própria – podemos até dizer também uma personalidade – que a difere e torna necessária uma estratégia especialmente pensada para ela mesma. Esse trabalho pode ser feito com uma ação, ou um conjunto de ações, já testada e amplamente utilizada pelo marketing digital ou com uma ideia totalmente nova, isso vai depender de quais são os resultados esperados pelo marketing. Independente de qual seja sua necessidade, vamos listar agora as principais ações que podem ser realizadas pelo marketing digital e de como você pode estar na vanguarda como profissional.

Planejamento de marketing: tudo começa pelo início

O planejamento é o começo de tudo. Sem colocar no papel cada ação que vai desempenhar e os resultados que se espera alcançar, dificilmente conseguirá êxito em sua estratégia. Para construir um bom planejamento de marketing digital é necessário primeiro estar em sintonia com o marketing global. Depois, pensar em como atrair o público para sua página. Isso, geralmente, se faz produzindo conteúdo de interesse desse público. Para ter uma ideia do que produzir pode-se fazer uma análise da concorrência. No final, é importante não se esquecer de aferir todos os resultados e as métricas alcançadas. É nesse ponto que você vai perceber se sua estratégia está, ou não, funcionando.

Quem disse que o blog é só para blogueira?

A criação de um blog é considerada um coringa no marketing digital. Isso acontece porque é ali que o usuário de internet vai se informar sobre um assunto muito específico que não consegue encontrar em um grande portal de notícias. O blog ainda tem um diferencial de que geralmente quem o faz possui um grande conhecimento sobre o assunto desenvolvido. Logo, os usuários vão ter a opinião de um especialista no tema em que eles procuram. Agora uma pergunta: por que esse especialista não pode ser sua empresa? Afinal quem pode conhecer mais de um assunto do que quem trabalha diariamente com ele e desenvolve produtos especialmente para o público que o procura?

Redes sociais: se encontre nessa teia

Manter um perfil e se posicionar por meio das redes sociais é fundamental para praticamente todas as instituições presentes hoje na sociedade. A grande questão é: o que falar em cada plataforma de comunicação? Por isso, conhecer as propriedades inerentes a cada rede é fundamental. Apenas para exemplo: no Instagram o conteúdo é foto e vídeo; no Twitter é principalmente texto; no Facebook, são as informações (foto, vídeo, texto, eventos…) a serem divulgadas para uma rede grande de “amigos”. O importante é que essas redes dialoguem entre si e façam da web 2.0 um grande portal de divulgação de conteúdo próprio.

A antiga e sempre atual correspondência eletrônica

Apesar de todos os avanços e novas criações na internet, as caixas de entrada dos e-mails continuam sendo vistas diariamente por milhares de usuários no mundo todo. Ainda é quase uma regra que ao chegar no escritório a primeira atividade a ser exercida pelos profissionais é abrir o e-mail. As newsletters são importantes ferramentas de divulgação de notícias e produtos. Por meio delas você leva a informação diretamente ao seu consumidor em potencial, já que se você tem o endereço eletrônico dele é porque em algum momento ele teve contato contigo.

E agora, o que fazer com tudo o que já foi feito?

Uma etapa importante da estratégia de conteúdo é a análise de dados das principais métricas atingidas pela campanha de marketing digital. Há alguns serviços que permitem obter essas estatísticas, mas talvez o principal deles seja o Google Analytics. Além de ser gratuita, essa ferramenta é muito completa. Se o profissional souber aproveitar todo potencial dela, conseguirá retirar um montante de informações que permitirá encontrar o que está funcionando e o que deixa a desejar em seu conteúdo. Assim, poderá trabalhar suas estratégias organicamente, sem ficar engessado em uma ação que não traz resultados.

Enfim, essas foram algumas dicas de como um profissional de marketing digital poderá usar o conteúdo a seu favor. Mas o mais importante de tudo é estar sempre atualizado com o que sai de novo no mundo digital, somente assim você poderá estar na vanguarda das campanhas de marketing e atingir o sucesso com seu conteúdo digital.

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Entenda o impacto da nova geração de LMS para o gerente de treinamento

O sucesso nos negócios acontece por causa dos funcionários bem-sucedidos, afinal, o maior patrimônio e força motriz de qualquer organização é o seu elemento humano: as pessoas. Dito isso, é fundamental que você saiba que gerentes qualificados são um dos componentes mais importantes para o sucesso dos funcionários e, consequentemente, da empresa.

Por isso, é importante se concentrar diretamente nos gerentes como uma alavanca de engajamento para recrutar, reter e inspirar o maior patrimônio da empresa. Para fazê-lo, garanta que a empresa forneça as ferramentas apropriadas para o bom desempenho do gerente, em vez de esperar que eles sejam bem-sucedidos por si só.

Um gerente precisa fazer mais do que planejar, organizar e capacitar sua equipe com o objetivo de alcançar uma meta. Ele também deve liderar, algo que envolve motivar, comunicar, orientar e encorajar. Para que isso se torne possível, é necessário investir em novas opções de sistemas de aprendizado.

Assim, nesse contexto de elevada inserção da tecnologia nos processos educacionais, surge a utilização do LMS como uma das alternativas para a eficiência e eficácia desse processo. Descubra a seguir como aplicar o LMS e quais os benefícios que essa ferramenta pode trazer para o trabalho do gerente de treinamento. Continue a leitura.

LMS: o que é e como caracterizar a nova geração dessa ferramenta

 

Para entender o que é LMS de maneira rápida e objetiva, basta acessar o significado da sua sigla. LMS é a abreviação de Learning Management System, ou seja, Sistema de Gestão de Aprendizagem. Portanto, LMS são softwares utilizados para gerir um conjunto de cursos e treinamentos online.

Simples, não é? Mas a nova geração de LMS não se limita a ser uma ferramenta para educação a distância, ela se propõe a ser uma ampla e completa central de informações a serviço do processo ensino-aprendizagem.

Assim, de acordo com o pesquisador Alexandre Grechi, é possível elencar 8 características principais da nova geração de LMS, são elas:

  1. Controle de acesso por usuário;
  2. Disponibilidade em qualquer hora e local;
  3. Gestão de acesso aos conteúdos;
  4. Autoavaliação;
  5. Indicadores de progresso e desempenho;
  6. Ferramentas de interatividade;
  7. Capacidade de transmissão de vídeo em tempo real;
  8. Ferramentas de autoria.

Existem ainda outras características que podem ser observados na nova geração de LMS, mas a questão essencial é saber que sua potencialidade vai além de um software para educação a distância.

Aplicando LMS: principais benefícios

Quando empresas, independentemente do porte, optam por utilizar um LMS para fornecer treinamento e conteúdo de desenvolvimento aos seus gerentes e, consequentemente, aos seus colaboradores, as vantagens são substanciais. Existem algumas variações entre os sistemas de gerenciamento de aprendizagem que podem ser utilizados, mas em geral os benefícios amplamente aplicáveis, principalmente dessa nova geração de LMS, ​​incluem:

  • Um sistema de entrega moderno, simples e fácil de usar.
  • Variedade de ferramentas disponíveis por meio de um LMS que permite treinamento abrangente e personalizável.
  • Possibilidade de que as empresas não apenas ofereçam treinamento e desenvolvimento, mas também acompanhem e informem sobre a entrega desse treinamento.
  • Um LMS pode ser projetado com mobilidade, flexibilidade e conveniência sob demanda.
  • Os sistemas de e-learning simplificam e facilitam a reestruturação ou alteração do conteúdo para atender às necessidades em evolução de uma organização.
  • É fácil simplificar os materiais de recursos humanos com o conteúdo e os relatórios de um LMS.
  • O gerente pode elaborar um plano de desenvolvimento pessoal para cada funcionário, diagnosticando quais as necessidades específicas de cada um. Essas necessidades são então traduzidas em treinamentos específicos e personalizados.

Com um bom sistema de gerenciamento de aprendizado o gerente pode efetivamente gerenciar cadastros / inscrições, usuários, alunos, cursos, conteúdos online, tutores, supervisores, calendários, horários, grupos, acessos, notificações, comunicação / mensagens, certificados e relatórios. Uma grande vantagem e benefício para qualquer instituição educacional ou empresa que opte por investir em educação corporativa.

LMS e treinamentos: outras vantagens

O LMS facilita a comunicação e a colaboração entre o gerente o os outros funcionários, ou entre todos os usuários de uma plataforma com um canal de comunicação permanentemente aberto. Ele facilita a gestão geral da comunicação: e-mails, mensagens, fóruns e agendas globais ou individuais. É, portanto, um ambiente em que o usuário pode encontrar todas as informações importantes ou vitais para o seu desenvolvimento.

No atual ambiente de trabalho de ritmo acelerado, as organizações e empresas precisam manter sua equipe atualizada com as últimas tendências e métodos para cada setor. Com o LMS, o gerente vai render mais em menos tempo.

Assim, em vez de dedicar tempo todos os meses, semestres ou ano para treinar sua equipe, reunindo todos em uma sala com aulas monótonas ou fazendo palestras e exames em papel que precisam ser corrigidos manualmente depois, o gerente pode economizar muito tempo e dinheiro usando um LMS.

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Learning Analytics: o que é, como funciona e por que ela é essencial na educação corporativa

Learning Analytics (LA) nada mais é que uma aplicação educacional de análise da Web voltada para a criação de perfis de alunos. Ou seja, um processo de coleta e análise de detalhes das interações individuais dos alunos em atividades de aprendizado online. Então, caso você possua em sua empresa iniciativas de educação, como universidades corporativas, por exemplo, esta é uma ferramenta essencial.

Isso porque a análise de aprendizagem é a medição, coleta e geração de relatórios de dados sobre alunos, experiências de aprendizado e programas de aprendizado para fins de entender e otimizar o processo de ensino-aprendizagem e seu impacto no desempenho de uma organização. Vamos saber mais a seguir.

Saiba mais sobre a Learning Analytics

A Learning Analytics de aprendizagem procura entender mais sobre uma atividade de aprendizagem específica. Para isso, a categoria de experiência de aprendizagem geralmente responde a perguntas sobre padrões de uso para uma atividade específica, como:

  • Quanto está sendo usado?
  • Existe algum material importante que não está sendo usado?
  • Quando está sendo usado e por quanto tempo?
  • Quais recursos ou tópicos os alunos mais pesquisam?
  • Como os aprendizes navegam na experiência?

Também procura entender mais sobre uma pessoa específica ou um grupo de pessoas engajadas em atividades nas quais a aprendizagem é uma das saídas. Assim, abrange questões sobre padrões de uso e desempenho para alunos específicos, como:

  • Quem está treinando mais?
  • Todos nesse grupo concluíram o treinamento de conformidade?
  • Quais habilidades essa pessoa / grupo tem? Onde estão as lacunas?
  • Quem precisa de desenvolvimento? Quem são funcionários de alto potencial?
  • Em quais tópicos esses alunos estão interessados?

Dessa forma, a partir das respostas a essas perguntas é possível iniciar o caminho até a construção de um perfil.

Conheça os níveis da Learning Analytics

A Learning Analytics é uma ferramenta que pode ser classificada em quatro níveis: medição, coleta, análise e relato de dados. Embora cada um desses níveis seja corretamente referido como analytics, eles significam coisas muito diferentes em termos de complexidade, dificuldade e poder.

No nível de mediação, o Google Analytics começa com a medição ou com o simples ato de rastrear coisas e registrar valores para nos contar o que aconteceu. A medição não exige matemática ou estatística complicada, mas você deve começar coletando dados. Caso contrário, é impossível fazer qualquer análise.

Dessa maneira, os dados podem ser tratados das seguintes formas:

  • Dados de alto nível: podem fornecer uma visão geral de relatórios internos e externos e podem ser usados ​​para fins de planejamento organizacional;
  • Análises acadêmicas: números sobre retenção e sucesso, usados ​​pela instituição para avaliar o desempenho;
  • Mineração de dados educacionais: usada para procurar padrões nos dados;
  • Análise de aprendizado: Uso de dados, que podem incluir ‘big data’, para fornecer inteligência acionável para alunos e professores.

O uso mais comum da LA é identificar alunos que parecem menos propensos a ter sucesso acadêmico e a permitir intervenções direcionadas para ajudá-los a alcançar melhores resultados.

Toda vez que os alunos interagem com sua instituição educacional, neste caso a sua iniciativa de educação corporativa, registrando-se em um sistema virtual de gerenciamento de aprendizado, enviando uma avaliação online, fazendo um teste online ou visitando a biblioteca, eles deixam rastros digitais. Esses traços digitais podem ser coletados e analisados ​​para otimizar o ensino e a aprendizagem.

Vantagens da Learning Analytics para a educação

Essa ferramenta apresenta diversas vantagens quando o assunto é educação e essas vantagens podem ser transportas também para a educação corporativa. Veja algumas delas:

  • Garante a melhoria do processo de ensino-aprendizagem – com muitos professores usando dados para melhorar sua própria prática e muitas instituições usando a análise de aprendizagem como uma ferramenta de diagnóstico em um nível individual (por exemplo, identificando problemas) – e em nível sistemático (por exemplo, informando a concepção de módulos e programas de graduação).
  • Aumenta as taxas de retenção, pois as instituições usam a análise para identificar estudantes em risco e intervir com orientação e apoio.
  • Contribui para a avaliação e atuação com base nos resultados diferenciais da população estudantil, com o uso de análises para monitorar de perto o envolvimento e o progresso de subgrupos de alunos, estudantes de áreas de baixa participação, em relação a todo o corpo discente, antes mesmo dos resultados da avaliação serem disponibilizados.
  • Facilitada o desenvolvimento e introdução da aprendizagem adaptativa, ou seja, aprendizagem personalizada entregue em escala, em que os alunos são direcionados para materiais de aprendizagem com base em suas interações anteriores e compreensão de conteúdo relacionado e tarefas.

Análise preditiva e prescritiva

Os níveis mais sofisticados de análise podem ser preditivos e prescritivos e muitas vezes dependem de inteligência artificial ou aprendizado de máquina alimentada por grandes conjuntos de dados.

A análise preditiva diz: “com base no que aconteceu no passado, eis o que provavelmente acontecerá em seguida”. Já a análise prescritiva leva isso a um passo adiante e diz: “com base no que provavelmente acontecerá a seguir, a ação que devemos tomar para otimizar o resultado”.

Por fim, a LA conta com mecanismos de recomendação altamente inteligentes que proporcionam o aprendizado certo, no momento adequado e da maneira mais assertiva para melhorar significativamente o desempenho.

 

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LMS Gamificado X LMS Comum: conheça as principais características de cada um

Os recursos sociais estão tornando-se o padrão para os aplicativos e plataformas mais bem-sucedidas da atualidade. O sistema de gerenciamento de aprendizado é o lugar perfeito para introduzir recursos sociais, pois estimulam o aprendizado informal (e, como sabemos, é onde a maior parte da aprendizagem focada no trabalho acontece).

O LMS (Learning Management System) nada mais é que um sistema de gestão de aprendizado, utilizado quando a empresa precisa treinar seus colaboradores ou alunos e deseja fazer isso por meio da internet.

Dessa forma, é implantado um LMS que permite que todos os conteúdos necessários para este aprendizado sejam repassados 24 horas por dia, podendo ser acessado pelos mais variados dispositivos, com uma série de funcionalidades.

Se você quer que os colaboradores continuem fazendo todos os trabalhos com alta qualidade, então o desenvolvimento correto de uma plataforma LMS é absolutamente vital.

Benefícios do LMS Comum

Um LMS ajuda a fornecer suporte ideal para um processo de implementação para treinamento, aprendizado e compartilhamento de conhecimento. A carga administrativa será reduzida e as relações com os funcionários melhoradas.

Os funcionários recebem acesso rápido e fácil a todas as ferramentas de aprendizado disponíveis. Isso lhes dá a oportunidade de tornarem-se melhores em suas funções.

Oferecer treinamento é a maneira perfeita de fornecer aos funcionários conhecimentos essenciais. Um LMS facilita a definição de requisitos de treinamento por função de trabalho, o que permite que uma empresa identifique quem precisa de treinamento e outras informações relevantes.

Além disso, registrar funcionários e gerenciar equipes pode ser organizado usando apenas alguns cliques. Com essas opções, é fácil garantir que os funcionários tenham as habilidades certas e, ao mesmo tempo, monitorar o investimento em treinamento adicional.

Com um LMS, todas as informações são mantidas de maneira organizada, gerenciável e segura, e todos os sistemas existentes são integrados para que todos os dados sejam facilmente acessados.

LMS Gamificado: como a gamificação pode impulsionar os resultados do seu negócio?

Toda empresa ou organização deseja que seus funcionários atinjam seu potencial máximo. Uma força de trabalho produtiva, engajada e motivada influencia fortemente a capacidade de um negócio de crescer e ter sucesso.

O principal objetivo da maioria das empresas é impulsionar o desempenho dos negócios. Engajar e motivar os funcionários para a melhoria e excelência em sua área de especialização, de maneira eficaz e sustentável, é uma maneira infalível de chegar lá.

Então, como o LMS gamificado pode ser usado?

A gamificação permite que as empresas que não têm uma cultura de engajamento criem uma do zero e, para aquelas com estruturas existentes, aumentem consideravelmente o seu jogo. Com plataformas gamificadas, os funcionários podem acompanhar facilmente seu próprio progresso no trabalho, entender seus pontos fortes e fracos e serem direcionados para ações que os ajudem a progredir e ter sucesso.

Ao tornar metas e conquistas visíveis, a gamificação cria comprometimento e dedicação entre os usuários, transformando o ambiente de trabalho em uma atividade divertida e envolvente.

A gamificação pode revolucionar a maneira como sua empresa mantém os funcionários atualizados em relação aos produtos recém-lançados e pode treiná-los de acordo com diretrizes dinâmicas.

Além disso, plataformas gamificadas podem agilizar o processo de integração de novos funcionários. O aprendizado com gamificação normalmente será caracterizado pela adição de elementos do jogo a áreas como conclusão ou participação de tarefas. Isso pode ser feito por meio de materiais didáticos, resolução de questionários, preenchimento de simulações e muito mais.

A gamificação é uma ótima maneira de promover os comportamentos desejados pela organização. Ela está surgindo como um ingrediente de software que conecta funcionários e objetivos juntamente aos valores organizacionais. Quando adequadamente projetada e implementada, a gamificação aproveita as motivações para feedback, recompensas e conquistas e produz interações que inspiram os funcionários a se tornarem cada vez melhores.

Por fim, a gamificação pode melhorar o desempenho de várias maneiras. Projetos bem-sucedidos melhorarão o engajamento dos funcionários, encurtarão a integração e facilitarão experiências de aprendizado tornando-as mais eficientes e significativas.

 LMS Comum e LMS gamificado na construção de infográficos

Na constituição do infográfico por meio do LMS Comum há diminuição de custos e a economia de tempo. Em contrapartida, no LMS Gamificado além dessas características há também a revolução e inovação no treinamento por utilizar das vantagens que os games proporcionam.

Com um LMS Comum, é possível alcançar resultados de negócios aprimorados por meio dos infográficos e, com o LMS Gamificado, há os resultados de negócios aprimorados mais o aprendizado e Onboarding (procedimentos que objetivam adaptar e capacitar novos colaboradores de acordo com a cultura da empresa).

No LMS Comum existe o acompanhamento de desempenho de funcionários, enquanto no LMS Gamificado o acompanhamento de desempenho de funcionários é acrescido de melhor adaptação à mudança.

No contexto dos infográficos, com o LMS Comum existe mais controle sobre os processos de aprendizagem dos funcionários e no LMS Gamificado também há todas essas vantagens com o adicional da diversão e interação no processo.

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Conheça vantagens e como aplicar um ótimo treinamento de integração

Saber como inserir um novo colaborador à empresa é tão importante quanto o processo de recrutamento e seleção. Todo aquele esforço de encontrar o melhor profissional para a vaga pode escorrer pelo ralo, caso não haja um treinamento de integração adequado.

Não valorizar essa etapa é mais comum do que imaginamos por parte das companhias. Sem ela, os funcionários podem não se sentir parte da empresa desde o começo, minando a produtividade e a sinergia necessária perante a equipe no curto prazo.

E se você chegou até este artigo porque tem noção de que a integração é essencial e precisa entender como inclui-la ou até mesmo aprimorá-la na sua rotina de trabalho, saberá de uma vez por todas como o fazer a seguir.

O que é um treinamento de integração

Também conhecido como onboarding, o treinamento de integração é, geralmente, de responsabilidade da área de Recursos Humanos das empresas. Nesse processo, o novo integrante tem os primeiros contatos com a missão, visão, valores e cultura da organização.

A ideia é inserir o colaborador o quanto antes na rotina da empresa e engajá-lo a buscar resultados em prol do crescimento da companhia.

Recomenda-se que o treinamento seja aplicado logo no primeiro dia de trabalho do profissional. Às vezes, uma integração dura mais de um dia, chegando até a uma semana de duração. Independentemente do tempo, o objetivo deve ser conscientizar as novas pessoas sobre a cultura organizacional e seu papel no crescimento da empresa como um todo.

No processo, também é preciso pensar nos funcionários com mais tempo de casa. A vinda de novos membros pode afetar diretamente a rotina dos times, e o onboarding deve ser configurado para socialização e redução desse possível impacto.

Como aplicá-lo no dia a dia

O treinamento de integração não pode ser feito na intuição. É uma etapa muito importante para ser simplesmente executada no feeling, o que pode gerar perda de tempo do profissional de RH e dinheiro da empresa. Por isso, elencamos algumas dicas de como realizá-lo:

Torne o processo simples

Pense que um novo colaborador está, sim, animado com a oportunidade, mas não é por essa razão que você deve demandá-lo de muita informação logo nos primeiros dias.

Para facilitar o onboarding, ofereça ao funcionário um cronograma de atividades e ou/tarefas claro. Se possível, realize essa parte de treinamento por meio de algum sistema de e-learning –  evita-se toda aquela papelada e torna o processo mais fácil, também, para você.

Por fim, direcione a pessoa para as tarefas que terá de cumprir, como algum tipo de treinamento, a compreensão do organograma ou até mesmo os códigos de cultura da empresa.

Estipule metas claras e alcançáveis

A velocidade exigida pelo mercado de trabalho não deixa a gente perder tempo, não é mesmo? É exatamente por isso que você, como profissional de RH, precisa estabelecer metas claras, para garantir que o treinamento de integração seja cumprido no prazo correto.

Essas metas também estão ligadas ao que o profissional vai executar no dia a dia. Alinhe junto ao gestor do departamento quais são esses objetivos de médio e longo prazo e repasse tudo ao treinando, logo nesse começo. O acompanhamento da performance desde o início estimulará o contratado a fazer cada vez melhor suas funções.

Garanta qualidade no treinamento

Já falamos aqui sobre a importância de trazer o e-learning à integração, pela questão da facilidade. Outro ponto essencial de “digitalizar” o processo é a possibilidade de inserir, de forma ágil, recursos como gamificação, vídeos, quizzes e fóruns de discussão no próprio onboarding.

Outra vantagem é que a coleta de feedbacks é muito mais eficiente dessa forma tecnológica, por assim dizer. Você pode trabalhar com dashboards, indicadores e gráficos que irão facilitar a compreensão da integração, de fato, de cada funcionário.

Estimule um ambiente agregador

De nada adianta fazer treinamentos eficientes, se a cultura da empresa não tem como pilar um espírito receptivo. Os funcionários com mais tempo de casa precisam receber bem o novo colega, não só por uma questão comportamental, como também para que se sinta confortável para executar suas atividades no dia a dia.

Afinal, quem merece ser recebido por gente que reclama pelos cantos e desestimule quem acabou de chegar, não é verdade?

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5 dicas infalíveis para aplicar o LMS Gamificado na sua empresa

A maneira de se relacionar dos profissionais de Recursos Humanos com candidatos e colaboradores sofreu alterações irreversíveis nos últimos anos – ferramentas de recrutamento e seleção completamente on-line, plataformas de feedback automatizadas, redes sociais voltadas ao mercado de trabalho e diversas outras novidades. E as mudanças não param por aí, muitas soluções tecnológicas se empenham em oferecer produtos cada vez mais completos e integrados ao desenvolvimento de pessoas.

O LMS – Learning Management Systems ou Sistema de Gestão de Aprendizagem – talvez seja familiar para você. Afinal, os sistemas de educação corporativa on-line não são mais uma novidade. De forma geral, essas plataformas focam em aprendizado contínuo e atualizações constantes para entregar formatações inteligentes para os usuários.

Para ampliar esse campo tão vasto de T&D, o LMS se uniu à gamificação. Você sabe o que é isso significa? É uma oportunidade de desenvolver pessoas e equipes com uma linguagem inovadora que junta conteúdo e descontração em uma competição que motiva o funcionário, exatamente a mesma estratégia dos famosos videogames.

Quer saber os benefícios que pode incluir nos índices do departamento de Recursos Humanos e os resultados que pode oferecer para empresa ao contratar um LMS gamificado? Nós contamos para você as principais vantagens. Leia!

Nova abordagem

A gamificação pode ser o tema de uma campanha para motivar e recrutar colaboradores para participar dos treinamentos on-line. A novidade, associada à relação que os profissionais já obtiveram ao jogar, pode ser o impulso para atingir melhores índices do departamento de Recursos Humanos e, claro, apoiar o desenvolvimento da empresa.

Algumas sugestões para alcançar bons resultados de engajamento são: preparar uma apresentação que permita a interação dos colabores com a ferramenta, focando em experiências positivas e empolgantes; utilizar estratégias de endomarketing, como pequenos agrados que reforcem a linguagem do videogame, vinculado aos treinamentos corporativos. Será uma experiência indispensável para quem quer estar atualizado com o trabalho e com a tecnologia.

Recompensas

A característica básica dos jogos é a de que sempre há um vencedor e essa associação será feita pelo colaborador de forma instantânea. Por isso, é importante salientar que, ao escolher um LMS gamificado, a expectativa é de que haja algum tipo de recompensa. Trabalhar com a nomenclatura gamificação e não entregar algum tipo de interação real (rankings, badges ou prêmios) será motivo de desinteresse dos funcionários.

Como citado acima, existem várias formas de entregar recompensas para os participantes das plataformas de LMS. Aqui estão mais algumas delas: medalhas, barra de progresso, comparação entre os participantes, entre outros. Mas atenção: antes de implantá-las, estude quais se comportam melhor no clima organizacional da corporação.

A descontração será sua aliada

Para atingir o objetivo da linguagem da gamificação, é importante entender que o aprendizado deve ocorrer de forma mais leve e descontraída. O conteúdo continua sendo imprescindível, mas o colaborador precisa se integrar ao clima da gamificação para que o nível de engajamento seja constante.

Para isso, mudar o mindset dos profissionais do RH é fundamental para compreender que a educação corporativa, assim como a acadêmica, com as novas tecnologias, pode ser apresentada em diferentes formatos, tornando, quando necessário, modelos mais fixos como a relação unilateral (detentor do conteúdo X colaborador) secundária ou até obsoleta.

Cooperação on-line

Com a possibilidade de customizar as experiências oferecidas aos colaboradores no LMS gamificado, será possível coordenar relações entre os funcionários para que possam avançar no jogo de forma conjunta. Para alcançar, por exemplo, recompensas mais significativas ou até para mudar de nível. Essa é uma oportunidade valiosa de fortalecer o trabalho em grupo no ambiente virtual e, ainda assim, promover melhorias no dia a dia das equipes, que transferirão esse aprendizado para a rotina da corporação.

Automotivação

A essência da gamificação está baseada na competição e essa característica tem o poder de desengatilhar a automotivação do colaborador para se dedicar aos aprendizados disponíveis na ferramenta.

Conclusão

O LMS já é uma ferramenta eficaz para o desenvolvimento de pessoas e avaliação de desempenho, afinal, baseia-se em um gerenciamento de bancos de dados customizável a diversas necessidades como treinamento, gerenciamento de currículos e avaliação. Com a versão gamificada, o departamento de Recursos Humanos será capaz de atingir o ponto mais sensível quando se trata de desenvolvimento – on-line ou não – a motivação. A gamificação é um atributo indispensável para quem deseja engajar, com potencial, todos seus colaboradores.

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Como medir os resultados das ações da sua empresa em T&D

Investir em treinamentos é investir, diretamente, em pessoas. Se antes o desafio estava no custo, que era muito mais alto devido à falta de tempo, barreiras físicas e geográficas e produção de material, hoje isso está se modificando ─ e não é à toa, uma vez que a internet e as novas tecnologias proporcionam métodos digitais para a realização desses eventos.

Com a implantação do e-learning e dos treinamentos on-line, os números dos resultados são muito mais sólidos e palpáveis para serem analisados posteriormente. Isso acontece devido ao fato dessas ferramentas digitais facilitarem a mensuração do tempo gasto em cada lição do curso ou, ainda, a quantidade de visualizações ou retenções obtidas em um vídeo (caso o treinamento tenha sido realizado por essa plataforma).

Contudo, mesmo tendo todas essas facilidades à disposição, muitos profissionais de RH não conseguem medir com clareza os resultados dessas ações pelo simples fato de não estabelecerem metas. Conhecidas como objetivos SMART, é imprescindível que essas metas sejam definidas pelos gestores antes mesmo do treinamento ser implementado dentro da empresa, pois, ao estabelecê-las, a análise do desempenho do funcionário poderá ser comparada com o que foi idealizado.

Diante de todos esses desafios, separamos algumas formas da sua empresa medir esses resultados do T&D e perceber que isso não é uma missão impossível. Confira abaixo!

Faça perguntas

Realizar uma pesquisa inicial é de suma importância para entender quais são as expectativas dos participantes para com aquele treinamento. A ideia é fazer com que essas questões sejam transformadas em lições do treinamento e, para tal, aconselha-se que um especialista seja o responsável por essas perguntas, a fim de realizar uma análise mais profunda, tanto das motivações quanto das dificuldades existentes durante a execução do trabalho diário.

Fique de olho na performance

Prestar atenção na performance de cada participante durante todo o processo do T&D facilita na hora da avaliação final, pois esse acompanhamento mostra se a ação está surtindo efeito ou não. Portanto, observe se o conteúdo foi aplicado de maneira satisfatória, bem como se ele foi assimilado da melhor maneira possível pelo funcionário.

Realize pesquisa de reação

Além da observação dos participantes no âmbito coletivo, conversar com cada um deles de forma individual pode mostrar de forma mais efetiva se esses treinamentos estão sendo úteis a eles ou não. Ao pedir as opiniões dos participantes, os pontos fracos e os pontos fortes serão apontados, os quais ajudam a melhorar o processo numa próxima edição.

Observe o impacto em produtividade

Quando um treinamento corporativo surte resultado, ele é visível na produtividade dos participantes. Para tal, é preciso que haja uma comparação entre o período que antecede a ação e o que o precede, pois assim é possível analisar se os colaboradores melhoraram o seu desempenho e se os pontos que o interferia foram suprimidos.

Calcule o ROI

O ROI (Retorno Sobre Investimento) é um indicador que calcula quanto dinheiro a empresa ganhou ou perdeu com os investimentos em T&D feitos. Com ele em mãos, você pode verificar o que está dando certo e, para aquilo que não está, pensar em maneiras para melhorar.

Para calcular esse indicador, é muito simples – basta seguir a seguinte fórmula:

ROI = (Receita – Custo) / Custo

Ex: ROI = (50.000 – 20.000) / 20.000, ou seja, ROI = 1,5

Em outras palavras, o ROI desse exemplo hipotético foi de 1,5x maior que o investimento inicial – 150% de retorno.

Invista em sistemas de dados e informações para tomadas de decisões

Ter sistemas de informações e gerenciamento de aprendizagem dentro da empresa é de grande ajuda na hora de tomar decisões importantes sobre qualquer assunto. Isso se deve ao fato deles auxiliarem na evolução do negócio, na otimização de processos e na redução de custos. Portanto, conseguir visualizar todos os indicadores de maneira eficiente e precisa é fundamental antes de qualquer tomada de decisão.

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 A área de treinamentos e desenvolvimento vem crescendo cada vez mais e, ao aplicá-la dentro de uma empresa, as chances do ROI total crescer é grande, já que a área humana, uma das mais importantes dentro de uma organização, estará sendo aprimorada.

Além disso, o T&D garante o não desperdício de dinheiro com novas contratações e com treinamentos de integração, uma vez que se torna mais fácil fazer os colaboradores que já estão na empresa crescerem junto a ela quando você investe em capacitação.

Caso alguma dúvida tenha surgido durante a leitura desse artigo, não hesite em nos contatar. Fale com um especialista.

Obrigado por chegar até aqui e até a próxima!